: (11) 9.9447-0658

: Clique aqui e saiba como fazer parte de Nossa Equipe
 
Artigos
 

Prevalência de Lesões em Corredores de Rua e Fatores Associados

Fonte: Rev. Bras. Med. Esporte – Vol. 15, Nº 1 – Jan/Fev, 2009

O objetivo deste estudo foi analisar a prevalência de lesões esportivas e os fatores associados em corredores de rua por meio de um inquérito de morbidade referida. Os participantes foram selecionados por convite e por voluntariedade entre os corredores do Circuito de Ruas da Cidade de Curitiba-PR. Foram entrevistados 295 indivíduos (77,3% homens). As prevalências foram descritas de acordo com as variáveis de estudo e a regressão de Poisson foi utilizada para testar as associações (p < 0,05).

ler mais...

A adiposidade corporal e a idade prejudicam a capacidade funcional para realizar as atividades da vida diária de mulheres acima de 47 anos

Fonte: Rev Bras Med Esporte _ Vol. 8, Nº 6 – Nov/Dez, 2002

Este estudo teve como objetivo verificar o efeito da idade, peso, altura, índice de massa corporal e adiposidade corporal na capacidade funcional de mulheres acima de 47 anos para realizar as atividades da vida diária. Para tanto, a amostra foi constituída por 129 mulheres na faixa etária de 47 a 77 anos de idade. A adiposidade total (Adp T) foi considerada por meio do somatório das dobras cutâneas bíceps (BI), tríceps (TRI), subescapular (SB), axilar média (AM), supra-ilíaca (SI), abdominal (ABD), coxa anterior (CA) e panturrilha medial (PM).

ler mais...

A inatividade física aumenta os fatores de risco para a saúde e a capacidade física

Fonte: Rev Bras Med Esporte _ Vol. 4, Nº 2 – Mar/Abr, 1998

Esta breve revisão demonstra que o sedentarismo e a ausência de adaptações induzidas pelo exercício regular reduzem as reservas fisiológicas do corpo, o que acarreta vários riscos para a saúde e a capacidade física. O sedentarismo é um fator de risco importante por si só, mas exerce uma influência negativa direta sobre outros fatores de risco (p.ex., obesidade, hipertensão, metabolismo do colesterol). A redução da força estática e dinâmica, da endurance muscular e da mobilidade aumenta também os riscos de acidentes e lesões do aparelho locomotor.

ler mais...

A Prática de caminhada como forma de deslocamento e sua associação com a percepção do ambiente em idosos.

Fonte: Revista Brasileira de Atividade Física & Saúde • Volume 14, Número 3, 2009

A prática de atividades físicas contribui para a manutenção da autonomia, para uma vida ativa e independente e ainda para melhor qualidade de vida na população idosa(1). Porém, estudos de prevalência mostram que ainda é baixa a proporção de idosos ativos (2, 3). A partir da década de 1990, estudos americanos, australianos e europeus demonstraram que aspectos do ambiente (natural, construído e social) estão relacionados com a prática de atividades físicas realizadas no tempo livre e como forma de deslocamento em idosos(1, 4-7).

ler mais...

Comparação dos efeitos do alongamento e do flexionamento, ambos passivos, sobre os níveis de flexibilidade, capacidade funcional e qualidade de vida do idoso.

Fonte: Universidade Castelo Branco. R. bras. Ci e Mov. 2007

Este trabalho teve como objetivo verificar a influencia da flexibilidade na autonomia e na qualidade de vida de 69 idosas, com média de idade de 65,33. Esta pesquisa foi realizada na Zona Oeste Jacarepaguá mais especificamente nos bairros da Freguesia e Pechincha. Neste estudo foi aplicado o teste de Goniometria, para verificar a flexibilidade angular. Para avaliar a autonomia, foi utilizada abateria de testes práticos de autonomia de (Pereira4). E para avaliar a qualidade de vida, foi aplicado o WHOQ-100 da OMS1O.

ler mais...